Documentos usados como referência no debate sobre pessoas trans — e por que não resistem a uma leitura atenta
Esta página reúne análises críticas de pesquisas, dossiês e documentos sobre pessoas trans publicados nos últimos anos no Brasil. Muitos desses materiais vêm sendo citados em peças jurídicas, decisões administrativas, matérias de imprensa e políticas públicas como se fossem evidência científica robusta. A MATRIA aponta, documento por documento, onde eles não se sustentam.
Não é refutação linha a linha; é um apontamento dos problemas centrais que fazem com que um documento não possa ser citado como evidência. Cada ficha mostra, em linguagem clara: o que o documento defende, quais fragilidades foram identificadas, com citação direta e página. Quem precisa só do essencial lê os títulos das fragilidades; quem precisa de munição para rebater, expande cada item e sai com citação e página.
A seleção é atualizada à medida que novos documentos são analisados.

- 1Fontes oficiais citadas via matéria de imprensa
- 2Amostra pequena, admitida como limitada; dados coletados sem metodologia descrita
- 3Uso seletivo das próprias fontes (DiversiDADOS, MMFDH)
- 4Reconhecimento assimétrico da vulnerabilidade feminina
- 5"Grande número", "em torno de 85%": estimativas apresentadas como dados

