fonoaudiologia e identidade de gênero

Carta aos profissionais fonoaudiólogos no atendimento a crianças, adolescentes e jovens com disforia de gênero

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A MATRIA – Associação de Mulheres, Mães e Trabalhadoras do Brasil, através do seu Grupo de Trabalho Interdisciplinar de Saúde, vem, por meio desta, convidar profissionais, estudantes e cursos de Fonoaudiologia a refletir acerca do atendimento de crianças, adolescentes e adultos jovens com diagnóstico de disforia de gênero.

Esta carta tem por objetivo contribuir para a reflexão técnica acerca da atuação fonoaudiológica no atendimento a indivíduos que apresentam demandas relacionadas à incongruência/disforia de gênero, com ênfase na área de voz e comunicação.

Considerando o impacto funcional, social e emocional dessas intervenções, faz-se necessária uma abordagem fundamentada na melhor evidência científica disponível, aliada aos princípios de prudência clínica, segurança do paciente e interdisciplinaridade.

Em um campo marcado por intensos debates científicos e sociais, a pergunta que se impõe é: a Fonoaudiologia está oferecendo o melhor cuidado possível ao adotar abordagens afirmativas no atendimento de crianças, adolescentes e adultos jovens com questões de gênero? Ou, a rápida validação da demanda do paciente está deixando de aprofundar avaliações que poderiam ampliar sua proteção e segurança?

Complexidade clínica e saúde mental associada 

A literatura científica aponta que a incongruência/disforia de gênero deve ser compreendida dentro de um contexto biopsicossocial amplo. Observa-se, em grande parte dos casos, a presença de condições associadas, como transtornos depressivos graves, abuso/dependência de álcool e outras substâncias químicas, transtornos de personalidade, transtornos de estresse pós-traumático e transtornos de ansiedade, os quais podem influenciar a percepção de identidade e a tomada de decisão do indivíduo.

O gráfico abaixo ilustra a explosão de casos no Reino Unido entre 2010 e 2022, padrão que tem se replicado mundo afora. Esse aumento lançou questionamentos na comunidade científica, visto que observou-se aumento significativo nos números de crianças e adolescentes, em sua maioria meninas, com incongruência/disforia de gênero. Esse fenômeno foi descrito como Rapid Onset Gender Dysphoria (Disfonia de Gênero de Início Rápido) e está relacionado com problemas de saúde mental, imersão em redes sociais e contágio social.

Gráfico com aumento de casos de disforia de gênero no Reino Unido entre crianças e adolescentes

Em grande parte, esses são os jovens que buscam atendimentos nos ambulatórios de transição de gênero, sendo submetidos, majoritariamente, a tratamentos afirmativos.

Além disso, estudos descrevem a ocorrência de descontinuação de tratamentos e fenômenos de arrependimento (destransição), ainda que em proporções variáveis. Tais achados reforçam a necessidade de avaliação criteriosa, acompanhamento longitudinal e cautela na adoção de intervenções potencialmente irreversíveis.

Diante desse cenário, cabe questionar: a fonoaudiologia está realizando avaliação suficientemente aprofundada para distinguir sofrimento relacionado à identidade de gênero de outras condições psíquicas concomitantes? A adoção de modelo exclusivamente afirmativo, garante, por si só, melhor desfecho a longo prazo?

Variáveis biológicas e limites fisiológicos

No âmbito da Fonoaudiologia, particularmente na área de voz, o sexo biológico permanece como uma variável clínica relevante, uma vez que influencia:

  • Estrutura Laríngea
  • Dimensões do trato vocal
  • Frequência fundamental (F0)
  • Resposta hormonal

É tecnicamente adequado estabelecer metas vocais para menores e adultos jovens sem considerar esses parâmetros fisiológicos? A busca por determinado padrão vocal pode ultrapassar limites anatômicos, gerando compensações, disfonias e até lesões. É profissionalmente ético? A atuação fonoaudiológica responsável não deveria considerar esses elementos para prevenir sobrecarga, fadiga vocal, instalação de padrões hiperfuncionais e até lesões?

Evidências internacionais e cautela clínica

No cenário internacional, a Cass Review apontou limitações na qualidade das evidências disponíveis sobre intervenções médicas em menores de idade fisicamente saudáveis, especialmente quanto aos desfechos de longo prazo. A revisão recomenda maior cautela clínica e priorização de abordagens não invasivas, como abordagens psicossociais, incluindo a psicoterapia exploratória. 

Paralelamente, as diretrizes da World Professional Association for Transgender Health (WPATH) são amplamente adotadas, mas também têm sido objeto de debate científico quanto à robustez das evidências, transparência metodológica e possíveis tensões entre consenso de especialistas e evidência científica de alta qualidade.

Essas divergências indicam ausência de consenso internacional pleno, reforçando a necessidade de análise crítica na incorporação de recomendações à prática clínica. Se há divergência internacional relevante, não seria prudente adotar uma postura crítica e gradual na incorporação de diretrizes à prática clínica?

Contexto normativo brasileiro

No contexto nacional, o Conselho Federal de Medicina (CFM) tem adotado posicionamentos normativos que enfatizam a cautela na abordagem de intervenções relacionadas a intervenções medicamentosas e cirúrgicas em crianças e adolescentes saudáveis. A Resolução CFM nº 2.427, de 2025, trouxe mudanças significativas no atendimento a pacientes com disforia/incongruência de gênero, propondo uma abordagem que exige uma maior cautela no acesso a tratamentos irreversíveis e proibindo o uso de bloqueadores de puberdade em menores. 

A Resolução destaca a necessidade de:

  • Avaliação criteriosa e multiprofissional;
  • Consideração dos potenciais riscos e da irreversibilidade de determinadas intervenções;
  • Proteção de populações em desenvolvimento, cujo processo de maturação biopsicossocial ainda não está consolidado.

Esse entendimento reforça o princípio da precaução e a centralidade da segurança do paciente nas decisões clínicas.

Implicações para a Fonoaudiologia

Diante desse cenário, recomenda-se que a atuação fonoaudiológica:

  • Seja precedida por avaliação rigorosa, abrangente e individualizada;
  • Considere fatores biológicos, psicológicos e sociais de forma integrada; 
  • Evite intervenções padronizadas ou precipitadas; 
  • Estabeleça metas terapêuticas compatíveis com os limites fisiológicos; 
  • Atue de forma articulada com equipe multiprofissional;
  • Realize acompanhamento longitudinal, com reavaliação contínua da demanda;
  • Garanta espaço para o debate científico plural, reconhecendo a existência de controvérsias relevantes no campo;
  • Assegure que a atuação profissional não se baseie em pressupostos ideológicos, mas em evidências, ética e prudência clínica.

Especial atenção deve ser direcionada a populações vulneráveis, como crianças e adolescentes, em consonância com o princípio da precaução adotado por entidades médicas nacionais e internacionais.

Considerações finais

Cuidar não é apenas afirmar; é avaliar, acompanhar e ponderar. 

A atuação fonoaudiológica em demandas relacionadas à incongruência/disforia de gênero exige elevado grau de responsabilidade técnica, prudência clínica e compromisso com a segurança do paciente.

A existência de incertezas científicas, associada à complexidade dos casos e à possibilidade de trajetórias clínicas variáveis, impõe a necessidade de abordagens cautelosas, baseadas em evidências e sustentadas por avaliação rigorosa. Portanto, questionamos se a população com incongruência de gênero, especialmente adolescentes, realmente está sendo beneficiada quando o cuidado é reduzido a uma validação imediata da demanda. Ou o verdadeiro benefício reside em uma abordagem clínica abrangente, prudente e longitudinal? A defesa da dignidade e do respeito à pessoa não exclui a necessidade de rigor científico. Ao contrário, exige-o.

Que as diretrizes profissionais considerem a totalidade dos fatores envolvidos, assegurando uma prática clínica ética, segura e centrada no melhor interesse do paciente.

Referências

  1. AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (DSM-5-TR). 5. ed. rev. Washington, DC: APA, 2022.
  2. CASS, H. Independent Review of Gender Identity Services for Children and Young People: Final Report. Londres: NHS England, 2024.
  3. COLEMAN, E. et al. Standards of Care for the Health of Transgender and Gender Diverse People, Version 8. International Journal of Transgender Health, v. 23, sup. 1, 2022.
  4. CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. Resolução nº 2.427/2025. Revisa os critérios éticos e técnicos para o atendimento a pessoas com incongruência e/ou disfonia de gênero e dá outras providências. Brasília: CFM, 2025.
  5. DAVIES, S.; PAPP, V.; ANTONY, J. Voice and communication change for gender nonconforming individuals. Perspectives of the ASHA Special Interest Groups, 2015.
  6. DE VRIES, A. L. C. et al. Young adult psychological outcome after puberty suppression and gender reassignment. Pediatrics, 2014.
  7. HUGHES, M. The WPATH files: pseudoscientific surgical and hormonal experiments on children, adolescents, and vulnerable adults. Environmental Progress. 2024. 242p 
  8. LITTENBERG, B. et al. Regret after Gender-Affirming Surgery: A Systematic Review. Plastic and Reconstructive Surgery, 2021.
  9. LITTMAN L. Individuals Treated for Gender Dysphoria with Medical and/or Surgical Transition Who Subsequently Detransitioned: A Survey of 100 Detransitioners. Arch Sex Behav. 2021. 
  10. SEGM.ORG. Sharp Increase in Incidence of Gender Dysphoria in Children and Young People. Acesso em 24/02/2026. 
  11. VANDERLAAN, D. P.; ZUCKER, K. J. The prevalence of gender dysphoria in children and adolescents. Journal of Sex Research, 2017.
  12. WORLD HEALTH ORGANIZATION. International Classification of Diseases 11th Revision (ICD-11). Geneva: WHO, 2019.
  13. ZUCKER, K. J. Adolescents with gender dysphoria: reflections on some contemporary clinical and research issues. Archives of Sexual Behavior, 2019.

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