É fácil defender princípios de forma abstrata.
É fácil dizer que defende os “direitos humanos”, combate discriminações e protege grupos vulneráveis.
Mas o que você, candidato às eleições de 2026, faz quando direitos e demandas de grupos diferentes são incompatíveis?
Quando mulheres presas relatam assédio, intimidação ou violência sexual praticada por travestis em uma unidade prisional feminina, você se posiciona?
Você escuta essas mulheres ou silencia seus relatos para proteger uma política institucional?
Você exige investigação ou presume que a denúncia é preconceituosa?
Você reconhece que mulheres privadas de liberdade continuam tendo direito a segurança, intimidade, dignidade e integridade física e sexual e que eventual vulnerabilidade de outro grupo não pode significar a perde destes direitos?
A Constituição Federal é taxativa: Artigo 5, inciso XLVIII – a pena será cumprida em estabelecimentos distintos, de acordo com a natureza do delito, a idade e o sexo do apenado;
Você se compromete a defender ‘sexo’ como o critério jurídico expressamente previsto na Constituição para organização dos estabelecimentos prisionais ou prefere silenciar para não confrontar a barulhenta militância trans?
Quando os direitos de mulheres encarceradas são desrespeitados por conta de uma política baseada na ideia de “identidade de gênero”, qual é a sua posição?
Nossa Carta Compromisso aos Candidatos pede o seu compromisso, na prática, com a promoção dos direitos das mulheres e crianças brasileiras. As mulheres precisam conhecer a resposta antes de decidir seu voto.
A pesquisa de opinião de âmbito nacional encomendada pela MATRIA ao IRG Pesquisas mostrou que 81% da população brasileira é contra a alocação de homens que se declaram mulher em presídios femininos.
Candidato, não se acovarde.
Saia de cima do muro.
Esteja ao lado das mulheres.
Assine a Carta Compromisso com as Mulheres e Crianças brasileiras.


