autoidentificação de gênero

Autoidentificação de gênero: opiniões dos eleitores brasileiros

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Pesquisa feita pela empresa especializada IRG Pesquisa revela alta rejeição a linguagem neutra e desconhecimento das políticas de identidade de gênero pela população

Uma transformação radical está em curso no Brasil. Sem debate público amplo, as categorias homem e mulher vêm sendo redefinidas por políticas de autoidentificação de gênero, que substituem o sexo biológico por uma identidade subjetiva e autodeclarada.

Na prática, isso significa que um homem pode ser reconhecido como mulher para todos os fins – legais, sociais, esportivos e institucionais – apenas com base em sua declaração verbal.

Em 2018, o STF consolidou essa política, permitindo a alteração de nome e sexo em registros civis sem cirurgia, laudos médicos ou autorização judicial. Mas afinal: o que pensam os brasileiros sobre isso?

Diante de uma transformação tão profunda, que impacta desde a organização de banheiros e presídios até a coleta de dados e a liberdade de expressão, uma pergunta tornou-se inevitável: qual é a opinião da sociedade?

As políticas de autoidentificação foram implementadas sem consulta popular, ao contrário de países como o Chile – que rejeitou em plebiscito uma proposta de constituição com tais medidas – ou dos intensos debates já em curso nos EUA e no Reino Unido.

Foi para preencher essa lacuna que a MATRIA – Mulheres Associadas, Mães e Trabalhadoras do Brasil encomendou a I Pesquisa Nacional de Opinião sobre as Políticas de Autoidentificação de Gênero no Brasil.

Este relatório traz dados inéditos e contundentes, revelando a percepção real dos eleitores brasileiros. Um chamado à razão e ao debate público qualificado, para que políticas que afetam profundamente mulheres e crianças sejam construídas com base na realidade do sexo e nos anseios da população.

Leia agora o relatório completo e conheça a opinião dos brasileiros: